Um dia na praia

gaivotasDepois do estresse na academia no sábado, nada como um dia depois do outro. “Nos mandamos” para a praia! Domingão, sol na previsão do tempo, duas malucas amigas e eu. Combinação de sábado de noite e pronto. No dia seguinte estávamos em pé antes das 8 da manhã, preparados para a aventura. Pegamos o trem e nos mandamos para Texel, uma das ilhas ao norte dos Países Baixos, em uma viagem de 2h17. Falei tanto de ilha nos dias anteriores que acabei indo para uma de verdade! É a primeira ilha acima da província da Holanda do Norte, a mesma província de Amsterdam. A particularidade maior dessa ilha é que o povo aqui fala o frísio. É parecido com o neerlandês, porém um cidadão que fala o frísio não é entendido pelo que fala o neerlandês. Pelo fato do frísio não ser a maior comunidade daqui, a maioria que fala frísio aprendeu a falar o neerlandês também. A ilha de Texel tem acesso por um ferry-boat que sai de Den Helder. O barco atual é o Dokter Wagemaker, de 130 m de comprimento, mais de 5 mil t, com capacidade para 1.750 passageiros e 300 carros. Ele entrou em operação em janeiro de 2006, viajando a uma velocidade de 20 km/h, cobrindo os pouco mais de 4 km que separam Den Helder de Texel em 20 minutos. O barco sai a cada hora e meia de Den Helder e sai a cada hora do porto em Texel. No porto em Texel existe uma loja para aluguel de bicicletas. Por 5 euros, você pode ficar com a bicicleta o dia inteiro até as 19h. Esse preço é para a bicicleta “normal”, isto é, sem marcha e com freio do tipo contrapedal. O relevo é bem plano, o que dispensa a marcha. O contrapedal precisa acostumar um pouco. Do porto até a maior cidade em Texel são pouco mais de 6 km. A maior atração que existe ali perto é o Ecomare, uma espécie de museu sobre a fauna da região. A natureza é o principal apelo de toda a ilha. Seja na natureza vigorosa de seus parques de preservação, no projeto de proteção das focas e nas fitofisionomias de dunas e florestas. Fomos a uma praia na cidade de De Koog, a 13 km do porto. Hoje, com o tempo muito bom, não deu outra! Tirei os sapatos e as meias e mergulhei os pés no Mar do Norte, fazendo o maior descarrego! Claro, antes que algum cachorro resolvesse fazer o #2, como aconteceu em Zandvoort. A água estava fria. Mas teria encarado se tivesse levado a minha sunga. Fica para a próxima! Um ótimo passeio para se fazer de bicicleta! A região é muito bonita. Detalhe: meu GPS marcava 9 metros abaixo do nível do mar! Não vale à pena levar a própria bicicleta. Custa 6 euros para carregar no trem e mais 2,50 para ir e voltar no ferry.

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