Quase lá

Lavando roupa
Lavando roupa

Consegui terminar o “rascunho” maior do meu trabalho. Posso dizer que o pior já passou. Fiquei contente com o resultado final. Conciso, direto ao ponto, sem rodeios, fazendo sentido no conjunto. Esse de fato foi a minha alegria maior. Para comemorar o acontecido, aceitei o convite de uma amiga para irmos para um happy hour num bar que eu ainda não conhecia, o De Zaaier. Algo como “O Semeador”. De fato, o interior deste bar é todo decorado dessa forma, com arados, aivecas, serras e toda sorte de aparato agrícola. Soube que eles são especializados em jenever, ou seja, o gim. É uma bebida bi-destilada feita a partir de grãos “brancos” e aromatizada com as frutas de uma conífera chamada juniperus. A bebida é fantástica pelo aroma, pela “maciez” e pelo alto conteúdo alcoólico, em torno de 38°. Se a cerveja é sinônimo de Bélgica (e Alemanha), nos Países Baixos, o gim é a bebida nacional. A que eu bebi foi feita na região Frisia, no norte do país. Ela era chamada de “Velho Capitão”. Não lembro o nome da marca. Sei que começava com “Booms…”. Depois eu verifico com mais cuidado! Quando eu não estiver tão bêbado! Fiquei fã! Detalhe: a bebida é servida em uma pequena taça gelada, com o volume parecido com o de um copinho de cachaça. Ela é enchida até a borda, até formar uma superfície abaulada por conta da tensão superficial. Deve-se beber a primeira golada com a tacinha na mesa mesmo, sem desperdiçar uma gota! Fazer o “beicinho” na borda da taça é tradição!

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