Alquimia culinária

Floresta de pinheiros no Veluwe

Floresta de pinheiros no Veluwe

Estava curioso para saber se dava para fazer pão aqui no apê. Estou com um forninho daqueles de resistência, bem sem-vergonha. Resolvi testar para ver se o dito cujo servia para fazer pão. A minha receita de pão de liquidificador teve que ser adaptada para pão de batedeira manual. Felizmente, nenhum problema aí. Só na hora de levar ao forno mesmo. Com um forno minúsculo como o meu, sem controle de temperatura, lá fui eu testar a receita. O resultado foi que o pão cresceu pacas e quase não consegui tirar do forno! Depois, notei que os pães que ficaram no fundo do forno não cozinharam legal. Tive que dar mais uns dez minutos dentro para eles ficarem “comestíveis”. Pelo menos ficaram macios. Vi que terei que diminuir a quantidade que faço ou colocar menos massa em cada forminha. Assim, eles podem cozinhar melhor e crescer mais. Só vai demorar um pouco, pois terei que fazer os pães em duas fornadas. Ao comprar os ovos, fiquei sabendo que eles são irradiados aqui. Isso é para evitar a salmonela. Todos os ovos têm uma inscrição em vermelho na casca, a sua data de validade. Apesar de irradiados, são bem sujinhos. Às vezes é preciso dar uma lavada extra por fora. Outra coisa interessante é o trigo. O trigo desse povo é muito bom para fazer pão. Sem precisar sovar muito, crescem que é uma beleza. Difícil errar na massa. Sexta-feira vou tentar de novo fazer o pão. Vamos ver se desta vez eu acerto na quantidade por forma.

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