Montando a apresentação

Leões de Grebbeberg
Leões de Grebbeberg

Comecei a montar a apresentação do meu trabalho. Tenho uma já agendada, para final de setembro e outra logo em seguida. A primeira será em um grupo de discussão da qual participo. A outra será para os professores do departamentos e colegas de trabalho. A pior parte, penso eu, é compreender as questões dos que assistem. De um lado, o meu próprio nervosismo, que me deixa meio “surdo”. De outro, a dificuldade da língua. Como o inglês não é a língua materna do povo daqui, existe sim um sotaque e um emprego incorreto de alguns termos. Sem falar na própria estrutura das frases. Vai ser um debute interessante. Além das preocupações acadêmicas, fiz uma experimentação culinária. Comprei carne de porco. Apesar de ter bem menos gordura que a carne bovina, tem MUITA água. Em cerca de 500 g de carne, tirei por volta de meia xícara de água só de exudado. Por outro lado, gostei da carne. Não tem aquele cheiro forte de carne suína. Um suíno bem “industrial” mesmo. Mas é preciso pôr tempero para dar o sabor. Também experimentei fazer um arroz refogado. Utilizei uma pasta de alho e um tempero italiano pronto de pesto. O arroz ficou bem cheiroso e saboroso! Vou mudar o meu arroz. Estava fazendo apenas cozido, tipo japonês. Mas com o arroz que eles têm aqui, não fica bom. Isso que o arroz vem da Tailândia. O que me incomoda no arroz deles é que vem muito quebrado. O arroz realmente fica com um gosto de água, bem sem graça. Esqueci de comentar outra novidade: inscrevi-me para as aulas de tênis “avançadas”. Não, nada profissional. Apenas uma turma de tênis com um ano de treino. Descobri um sistema para achar parceiros para jogar. Ele organiza por nível, idade e datas disponíveis. Deixei uma mensagem para um cara que joga nas segundas. Vamos ver. Só espero que o meu braço não me dê muito problema. Tem doído sistematicamente para alguns movimentos. Já está assim há meses. A princípio parece que é a posição de dormir, sobre o braço. Mas mesmo mudando a posição, fica lá a dorzinha. Pensei em ir ao médico, mas o povo aqui se fia muito na capacidade do corpo de se recuperar sozinho. Criança com menos de 40°C de febre, nem leve. Vão receitar no máximo um analgésico.

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