Outro dia… de sol!

As cores do outono
As cores do outono

Acordei de manhã, abri a janela e vi o dia enevoado. Olhei para o termômetro, módicos 16°C do lado de fora. Nada mau. Programei-me para ir fazer compras no centro e trocar a bateria do meu relógio. Tive que ir a duas lojas de relógios, pois a primeira me disse que teria que mandar para o relojoeiro em outra cidade pois era um relógio com medidor cardíaco. Povo complicado. Na segunda loja, o relojoeiro me pediu meia hora para fazer a troca. Deixei lá e fui fazer hora pelas outras lojas. Acabei indo a um outro supermercado que não costumo ir e notei que os preços são menores para a maioria das coisas, comparado com o supermercado aqui perto do prédio. Ficou claro que o povo aproveita a enorme quantidade de estudantes do prédio para deixar os preços mais altos. Com o dia de sol, todo mundo estava nas ruas fazendo compras. Cheio e agitado. Fui comprar miudezas. Pilhas tipo “L”, pasta dental, shoyu e molho mexicano para comer com os nachos. Voltei com a bicicleta lotada e pesada. Por conta de umas reformas que estão fazendo em uma das ruas principais, tive que voltar pelo caminho mais longo. Felizmente, é meio que descida e voltei zunindo. Feitas as obrigações domésticas, mandei-me para o condicionamento físico. Já tinha esquecido como é bom a endorfina correndo pelas veias! O banho depois da malhação é relax total. Eu até ia tirar um cochilo, mas uma amiga ficou de passar aqui em casa para pegar uns filmes que baixei. De fato ela veio e ficamos conversando um monte. Ela falando das coisas que a fascina em Paris, de um livro que leu sobre a vida de Richard Feynman, dos espetáculos incríveis de ópera que assistiu na França, no cuidado de ir a espetáculos aqui nos Países Baixos, verificando sempre quem está montando e quem são os artistas,  e discutindo a sua opinião sobre o filme “Uma verdade Incoveniente”. Incrível a energia dessa mulher! Senti-me uma bola mucha. Foi um bate-papo legal. Pena que o estoque em casa estava baixo para oferecer alguns petiscos. Ela viu uns lápis em cima da minha mesa. Catou um e leu “being a princess is a fulltime job”. Riu muito! Dei o lápis de presente. Enquanto isso… Na área descampada do lado do prédio, montaram uma moradia provisória para os estudantes. A cidade está com falta de imóveis para alugar. Estão na maior festa “boatinha”. Tuf, tuf, tuf… Tu-tu-tuf… Tuf, tuf, tuf… Essa noite vai ser longa.

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