Resgate de um brasileiro

Nossa Senhora, séc. XVI

Nossa Senhora, séc. XVI

Fui ao aeroporto de Schiphol para receber um colega brasileiro. Saí no horário certo de casa, mas por essas coisas da vida, peguei três trens que atrasaram, de um total de quatro. Atrasos de 20 minutos em média, o que é impensável para padrões europeus. Algo inusitado. Felizmente, o vôo desse colega também atrasou e consegui chegar 15 minutos antes dele sair do desembarque. Trouxe-o aqui para a universidade e ficamos o dia inteiro andando pela cidade. Tentei mostrar as coisas principais para ele para que pudesse se virar amanhã, dia que não poderei ciceroneá-lo. O que mais me chamou a atenção foi o tanto de coisas que fizemos. Dei-me conta da enorme quantidade de detalhes e coisas que fiz quando vim para cá. Caracas. Impressionante mesmo. Fiquei imaginando se eu tinha de fato feito tudo aquilo. Por outro lado, estou um bagaço. Pena que não tenho aquelas bacias com água salobra, morna e bolhas de ar para descansar os pés… Ou um puf para deixar as pernas para o alto. Ainda assim, satisfação pela “missão” cumprida!

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