Rituais

Museu van Gogh

Museu van Gogh

Repeti a dose para o dia. Ofereci outro jantar, desta vez para um casal de amigos. Foi muito legal! A gente sempre se diverte quando se está com mais pessoas. Acaba transformando pequenas rotinas diárias em verdadeiras histórias para uma vida. Ou mesmo para um bom dia mesmo. Ao mesmo tempo, o dia foi marcado pela despedida de um outro casal de brasileiros que volta para a nossa terrinha na manhã de sábado. Outro ritual que se repete por aqui. Essa ida e vinda constante de pessoas. Uma cidade mutante, de pessoas ambulantes, quase provisórias. Também fiz meus próprios rituais. O ritual de acordar as manhãs e tomar o meu café com calma. O ritual de ir para cama e rezar agradecendo pelas graças recebidas à noite. O ritual de seguir o meu mesmo caminho de segunda a sexta para o departamento. O ritual do sanduíche e da sopa, com a sobremesa de uma pequena barra de chocolate, todos os almoços. Rituais, não rotinas. A rotina tem o fim em si. O ritual tem o fim naquilo que simboliza. Assim, não é ter o almoço. Mas lembrar para quê o almoço, para quê ir ao departamento, para quê orar, para quê o café. Refletir sobre as coisas que se faz, que nos rodeiam, sobre as pessoas. Assim, o ritual acabou por tornar-se parte do meu dia-a-dia. Uma rotina de reflexão. E para quê refletir? Cloudy computing!

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