Dia de formiga

Uma estátua perdida
Uma estátua perdida

Meus dias de cigarra definitivamente se acabaram. Fiquei por conta de trabalhar nas correções do meu trabalho, que já está há uma semana inteira sob júdice. Infindável. Essa novela está tão batida que nem eu mesmo me agüento. Trabalhei que nem formiga. Melhor: que nem cachorro mesmo. Fiquei sem idéias do que mudar. Levanto, vou tomar chá, jogo pingue-pongue, visito um website, volto para a minha mesa, digito mais duas linhas, dou outra volta… Rapaziada, não é mole. Estou saturado com a coisa. Estica, puxa, remexe, troca, apaga, refaz, refaz, refaz… Pareço disco quebrado. Cara, estou nessa há quase cinco meses. Quer saber, quebrado tão esses outros. Meu, espero que não exista reencarnação. Se existir, esse povo está por aqui há um bom tempo!!! He he he! Já imaginei eles fazendo regressão: “tara-tarááá-taraááááá-bum-bum-bum-bum-bum-bum” (entrada de “2001: Uma odisséia no espaço” — eles são aqueles “humanóides” jogando os pedaços de pau para cima; aliás, não continuaram a cena porque os pedaços de pau caíram na cabeça desses humanóides!!). “A vingança sará maliugna!!!”

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